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nepal

O terremoto que atingiu o Nepal e partes da Índia neste sábado (25) já causou mais de três mil mortes emotivou gigantes tech como Apple, GoogleFacebook , Viber e Microsoft a se envolverem na causa. Foram criados recursos online que incluem estímulos a doações, ligações gratuitas, e mapeamento de desaparecidos no local. O terremoto de 7,8 de magnitude foi o mais violento a atingir o país nos últimos 80 anos.

Facebook faz três grandes mudanças no algoritmo do feed; saiba o que muda

Google Person Finder 

Para ajudar familiares e amigos a encontrar pessoas nas áreas afetadas, o Google criou uma ferramenta (personfinder/2015-nepal-earthquake) no Person Finder. O recurso funciona de maneira simples, em uma interface que conta com dois botões: “I’m looking for someone” (estou procurando por alguém, em tradução livre) e “I have information about someone” (eu tenho informações sobre alguém).

Todos os dados coletados por esse sistema serão disponibilizados publicamente para facilitar o mapeamento de desaparecidos. Até agora, mais de 5.700 relatórios já foram preenchidos.

Facebook Security Check

Com o mesmo intuito que o Google, o Facebook pediu que os usuários das áreas que sofreram com o terremoto confirmassem sua segurança. O recurso da rede social (facebook.com/safetycheck/) também permite que as pessoas informem sobre o status de outros amigos que estejam em locais afetados.

 

Leia Mais: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2015/04/nepal-google-apple-e-facebook-ajudam-com-buscas-e-doacoes-apos-terremoto.html

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tim, vivo,claro, oi , tim

Ao menos no Acre, os clientes deixarão de ter a internet móvel cortada ao fim da franquia, graças a uma decisão da Justiça local.

O juiz Louis Arruda, do Tribunal de Justiça do Acre, determinou que Claro, Oi, Tim e Vivo mantenham seus planos como eram, oferecendo internet reduzida quando a franquia terminar.

O magistrado acatou um pedido do Procon e da Defensoria Pública do Estado. Para ele, a mudança no modelo de negócios é “abusiva” e “ilegal” porque as operadoras não informaram os consumidores com clareza.

“Alteraram unilateralmente cláusulas restritivas de direito nos referidos contratos, agindo e procedendo de maneira incompatível e inadequada com o objeto do contrato”, escreveu ele na decisão, publicada ontem e repercutida pelo UOL.

“As operadoras de telefonia móvel são impulsionadas, certamente, pela busca de maiores lucros, e não, como sustentam, na satisfação dos consumidores, com uma melhor prestação de serviços, notadamente quando, se vê, que as mencionadas empresas disponibilizam aos consumidores, ao fim das franquias contratadas, a possibilidade de migrarem ou contratarem novos planos com valores maiores de mensalidade, além da fatura já contratada.”

Embora a reviravolta tenha validade apenas no Acre, ela abre um precedente para que outros Estados também consigam o feito, ainda mais porque os Procons de todo o país se uniram para reclamar das novas regras.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/justica-manda-operadoras-garantirem-velocidade-reduzida-na-internet-movel/48167

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As gigantes de tecnologia Google e Facebook estão com quase 40 oportunidades de trabalho no Brasil. Confira abaixo quais são elas:

Google

Há 11 vagas em São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG):

  • Chefe de Comunicação
  • Chefe de Tecnologia e Anúncios
  • Gerente Financeiro na América Latina
  • Consultor de Soluções para Anúncios
  • Parceiro de Relações, Negócios e Investigação
  • Gerente de Marketing de Produto
  • Executivo de Vendas e Negócios
  • Gerente de Publicidade e Soluções de Distribuição
  • Especialista de Marca
  • Gerente de Tecnologia
  • Engenheiro de Software

Clique aqui para obter as informações sobre as oportunidades e se candidatar a elas.

Facebook

Há 29 vagas em aberto para trabalhar no escritório em São Paulo (SP), são elas:

  • Analista de Negócios.
  • Analista de Suporte de Produto.
  • Chefe de Loja Criativa.
  • Consultor de conteúdo.
  • Gerente de Comunicações
  • Parceiro de engenharia de plataforma
  • Associado de finanças.
  • Chefe da LATAM, Tributário Internacional
  • Gerente de Negócios Global.
  • Parceiro de Agência.
  • Gerente de soluções para clientes.
  • Treinamento de Vendas.
  • Chefe de Estratégia de Bens de Consumo.
  • Chefe de varejo e estratégias de e-commerce.
  • Chefe de Operações de Pessoas.
  • Gestor de Aplicação de produtos.
  • Publicidade e medição de pesquisas – Instagram.
  • Negócios de Marketing de – Instagram.
  • Diretor de Ciência de Marketing.
  • Parceiro de Medição.
  • Gerente de Políticas Latino-Americanas.
  • Gerente de Iniciativas de Crescimento Econômico.
  • Recrutador.
  • Coordenador Envolvimento de Comunidade para Pequenas e Médias Empresas.
  • Analista de Cliente para Pequenas e Médias Empresas.
  • Sócio Gerente.
  • Parceiro de engenharia e carreiras – Internet.org.
Clique aqui para obter as informações sobre as oportunidades e se candidatar a elas.
As impressoras 3D fazem cada vez mais sucesso e já provaram do que são capazes. Elas podem criar desde objetos mais complexos até os mais simples, de maneira eficiente e, muitas vezes, mais barata. Listamos dez tipos de produtos produzidos através de impressoras 3D para mostrar a versatilidade da tecnologia. Confira:

 

Fones

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Um dos objetos que as impressoras 3D são capazes de fazer são fones de ouvido feitos especialmente para se adaptar ao formato do ouvido do usuário. É o caso do Normal, no qual você baixa um aplicativo, tira uma foto das orelhas e manda para a empresa que irá fabricá-lo, e do OwnPhones, que ainda é wireless e funciona via Bluetooth.

 

Comida

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Além de objetos, as impressoras 3D também permitem fabricar comida, de vários tipos. Você pode escolher entre o modelo criado no MIT que faz sorvete em 15 minutos, a impressora inglesa que imprime frutas graças à tecnologia de gastronomia molecular e a Pancake Bot, que faz comida em formatos inusitados, como da Torre Eiffel.

 

Casas 

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Se você ficou surpreso com o item anterior, certamente ficará com este também. Impressoras 3D foram capazes de fabricar casa, prédio e até castelo. Isso mesmo. Depois do projeto de construção de um prédiototalmente a partir desta tecnologia, e da produção de casas impressas em 3D com lama com o objetivo de ser uma solução mais acessível, chegou a vez dos castelos.

 

59% dos ataques cibernéticos registrados no Brasil visam às finanças da empresa, sendo que mais de 60% ocorrem em indústrias de pequeno e médio porte, menos preparadas para impedir as fraudes. A constatação é da pesquisa “Segurança Cibernética”, realizada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que tenta entender como a indústria tem enxergado as ameaças cibernéticas que rondam ambientes virtuais.

“Há ainda certa imaturidade das empresas, em relação à proteção e uso da rede mundial, pois faltam prática de políticas e regras internas, além de treinamento de pessoal. A tecnologia não resolve o problema sozinha”, afirma Rony Vainzof, diretor do Departamento de Segurança (Deseg) da entidade.

Segundo o estudo, enquanto 96,4% apostam na instalação de antivírus para prevenir ameaças virtuais, 40,1% investem em aplicação de normas internas e apenas 21,2% oferecem treinamento aos funcionários diretamente ligados com o uso da internet. “Segurança cibernética mais eficaz combina pessoas, processos e tecnologias. Quando esta balança não está equilibrada as organizações ficam expostas”, comenta o executivo.

De acordo com os dados, a falta de identificação das ameaças também é um desafio a ser vencido pelas empresas, pois 23,5% delas não sabem se houve ataques, sendo que 19,5% são de grande porte – que deveriam ter programas maduros de proteção.

O levantamento também mostra que cuidados básicos, que podem ajudar no combate a fraudes e outras ameaças virtuais, são esquecidos na rotina das empresas. Mais de 53% não exigem que funcionários troquem a senha periodicamente e 47% não monitoram os e-mails transmitidos pelo pessoal, – o que aumenta o risco de ataques e invasão a ambientes restritos.

A pesquisa revela ainda que mais da metade (52%) das empresas não permitem que funcionários utilizem dispositivos pessoais, como smartphone, tablet e notebook. Além disso, o levantamento mostra que 70% das empresas não utilizam a nuvem para armazenarem ou processarem dados.

Os dados da pesquisa foram coletados entre os dias 12 de janeiro e 02 de fevereiro de 2015 com 435 indústrias do Estado de São Paulo. Do total, 55% dos respondentes empregam até 99 colaboradores; 36% possuem entre 100 e 499 empregados; e o restante abriga um número maior de funcionários.

FONTE : http://computerworld.com.br/59-dos-ciberataques-no-brasil-miram-financas-da-empresa

O sistema de saúde no Brasil enfrenta um cenário crescente e preocupante de aumento dos custos. Este aspecto é objeto frequente de discussão, pois é grande a insatisfação de praticamente todos que atuam neste mercado. É claro que uma série de fatores contribui para a construção deste cenário, no entanto, o modelo de remuneração adotado em todo o sistema é um dos principais agravantes, sobretudo, porque privilegia a quantidade sem considerar a qualidade e os resultados dos serviços prestados. Um prestador de serviços recebe do plano de saúde, por exemplo, pela quantidade de procedimentos realizados (consultas, cirurgias, entre outros) baseado em tabelas padronizadas independente do resultado gerado. E, em nenhum momento, salvo pequenas iniciativas, o pagamento é alterado em decorrência dos resultados destes procedimentos.

A Organização Mundial da Saúde define e-Health como o uso das tecnologias de informação e comunicação (ICT) na saúde. Em uma definição mais ampla, e-Health consiste em melhorar o fluxo de informação, através de meios eletrônicos e, com isso, aprimorar a prestação de serviços e a coordenação dos sistemas de saúde. Já o m-Health, que está inserido dentro de todo este conceito mais amplo, permite a colaboração por meio de aplicações disponíveis nos dispositivos móveis. O que é mais importante é que esses recursos não só ampliam a assistência facilitando o acesso dos pacientes aos médicos e provedores de saúde, mas diminuem os custos operacionais e evitam desperdício de recursos.

Embora este seja o caminho mais simples e rentável, o Brasil encontra-se bastante atrasado na adoção destas tecnologias, que, na verdade, já estão disponíveis há algum tempo. Seja por opção de uso e custos, desconhecimento ou mesmo por falta de acesso, muitas vezes os pacientes acabam procurando os serviços de maior complexidade, como as emergências e unidades de pronto atendimento, quando poderiam resolver boa parte dos problemas à distância. Teoricamente, já existe uma mudança de atitude dos consumidores. Segundo uma pesquisa divulgada pela empresa de tecnologia Cisco, 84% dos entrevistados disseram estar mais preocupados com a qualidade da assistência médica do que com o contato pessoal. O estudo também revelou que 76% dos usuários do sistema brasileiro de saúde dizem estar abertos ao atendimento médico virtual. No entanto, não obstante algumas iniciativas isoladas, ainda atravessamos a fase de quebrar barreiras no que diz respeito à aceitação e até boa vontade das autarquias e entidades de classe reguladoras para que estas inovações sejam implementadas.

Os serviços de orientação e informação em saúde por telefone no Brasil já são exemplos de que as iniciativas de atendimento à distância podem ser bem sucedidas. Demonstram que é possível ter um atendimento de qualidade mesmo sem a presença física de um médico ou enfermeiro. O atendimento neste caso é realizado por profissionais de enfermagem e o diferencial do serviço está no fato do atendimento ser baseado em um software de algoritmos de triagem clínica, proporcionando cuidados mais assertivos, registrando perguntas e respostas e criando um histórico de todo o atendimento. De acordo com estatísticas realizadas pela TopMed junto a usuários desse tipo de serviço, foi possível reduzir em 59% as idas desnecessárias aos prontos atendimentos, aumentar em 50% o índice de autocuidado em casa e diminuir em 80% a incidência de automedicação. Imagine então se tecnologias mais avançadas, de monitoramento de saúde à distância, e atendimentos via videoconferência pudessem ser realizados em escala?

Portanto, neste momento, os esforços devem ser voltados para garantir que estas inovações tenham o mínimo de segurança e respeito aos preceitos básicos do atendimento em saúde. É preciso mais do que nunca enxergar a telemedicina como uma das saídas para alcançarmos um sistema de saúde que seja sustentável e ao mesmo tempo de qualidade e eficiência nos cuidados dos pacientes. Afinal, a tecnologia existe, a eficiência é comprovada e os usuários aprovam.

 

FONTE: http://computerworld.com.br/como-ti-pode-reduzir-custos-e-elevar-qualidade-no-setor-de-saude